O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ampliou as suas opções de nome para vice em sua pré-campanha presidencial. Dentre os nome que passaram a ser indicados como opções viáveis estão membros do Progressistas, dentre as opções está a vereadora Eliza Virgínia, da Câmara Municipal de João Pessoa.
Conforme informação divulgada pelo site O Globo, o movimento de Flávio é visto por aliados como uma forma de pressionar a senadora Tereza Cristina (PP-MS) a aceitar o convite para ser a vice do senador em sua pré-candidatura à presidência. Vista como principal aposta da direita para integrar a chapa presidencial ao lado do carioca, a sul-mato-grossense tem se mostrado resistente ao convites.
Flávio e Tereza Cristina deverão se reunir nos próximos dias durante a Expo Campo Grande, no estado de origem da senadora.
Opção por Eliza
O nome de Eliza tem ganhado força em meio a discussão em busca de novas opções dentro do PP que possam se enquadrar na composição de chapa ideal para Bolsonaro. Representante do segmento evangélico, a vereadora se destaca pela defesa de pautas conservadoras. O nome de Eliza também se fortalece pela visibilidade na Região Nordeste que ela poderia garantir à candidatura.
A menor projeção do nome da parlamentar pessoense é apontado como uma desafio pelos críticos ao seu nome. Outros nomes que circulam são o da deputada Clarissa Tércio e o da deputada Simone Marquetto.
Definição da vice
A definição do nome do vice de Flávio está inerida em meio a uma negociação mais ampla. O pré-candidato vem buscando consolidar o apoio da federação entre União Brasil e Progressistas, considerada estratégica para ampliar o tempo de televisão e a capilaridade eleitoral. As duas siglas, no entanto o diálogo da federação com a pré-candidatura da direita tem ocorrido de forma cautelosa enquanto lideranças da União Progressista também dialogam com membros do governo Lula.
PP e União
O PP é considerado como o melhor caminho para a definição de uma aliança com Bolsonaro, a partir da tendência de abertura ao diálogo que o presidente da sigla, Ciro Nogueira, tem apresentado. A resistência surgiria por parte do presidente do União Brasil, Antônio Rueda, em razão do avanço do PL sobre os quadros partidários da sigla.




