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“Sinal Vermelho”: Morgana Macena afirma que política em Cabedelo adotou padrão preocupante de prefeitos afastados

Morgana Macena falou em sinal vermelho na Política de Cabedelo
Por Gustavo Roberto*

A candidata a vice-prefeita de Cabedelo, Morgana Macena, que compõe chapa com Walber Virgolino, se pronunciou na manhã desta terça-feira (14) sobre os desdobramentos da operação realizada pela Polícia Federal em parceria com o Gaeco no município. Segundo a candidata há um sinal vermelho ligado na política do município.

Durante entrevista, Morgana afirmou que recebeu com “tristeza e vergonha” as novas denúncias envolvendo supostos casos de corrupção e ligações com organizações criminosas no cenário político local.

“Recebemos com muita tristeza mais acusações de corrupção, mais acusações de ligação com o crime organizado. Para nós, que somos de Cabedelo, isso é motivo de vergonha, porque mais uma vez o nome da cidade ganha repercussão nacional por questões negativas”, declarou.

Expectativa de mais investigações

A candidata destacou a expectativa de que as investigações avancem e resultem em responsabilizações. Segundo ela, há indícios de que os fatos investigados possam ter impactado processos eleitorais anteriores.

“A expectativa é que a justiça seja feita e que se reconheça que houve interferência abusiva e escancarada nas eleições. Cabedelo precisa de uma administração correta, sem corrupção, porque quando não há desvio, os recursos são suficientes para atender à população”, afirmou.

Morgana também fez críticas à gestão municipal ao longo dos últimos anos, apontando uma sequência de problemas administrativos e judiciais envolvendo lideranças políticas da cidade.

Sinal Vermelho

“Não é mais um sinal amarelo, é um sinal vermelho. Em cerca de 10 anos, temos um histórico de acusações graves que envolvem a administração pública municipal. Isso mostra um padrão preocupante”, disse.

A candidata ainda mencionou questões fiscais, alegando que o município enfrenta dificuldades financeiras, incluindo comprometimento elevado da folha de pagamento acima dos limites legais.

“Estamos com mais de 55% da receita comprometida com pessoal, quando o limite é 49%. Isso demonstra uma máquina pública sendo utilizada de forma inadequada ao longo dos anos, prejudicando a cidade e beneficiando um pequeno grupo”, concluiu.

A operação segue em andamento, e as autoridades ainda não divulgaram todos os detalhes sobre as investigações. O espaço permanece aberto para manifestações das partes citadas.

*Sob supervisão da Redação
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