O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi apontado neste domingo (4) como tendo utilizado um telefone celular dentro da cabine de votação durante o primeiro turno das Eleições 2026, em Cuiabá (MT).
O uso ou porte de aparelho celular dentro da cabine de votação é proibido pela legislação eleitoral. No entanto, a assessoria do ministro negou que ele tenha levado um telefone para o interior da cabine.
Assessoria afirma que ministro portava carteira funcional
Segundo informações divulgadas pela Gazeta do Povo, o gabinete de Gilmar Mendes foi procurado para esclarecer o episódio.
De acordo com um assessor do ministro, o objeto que Gilmar carregava durante a votação era a carteira funcional, que continha uma cola eleitoral. Ainda segundo a assessoria, o celular do ministro teria permanecido com um segurança durante todo o procedimento de votação.
A legislação eleitoral permite que o eleitor leve uma anotação em papel com os números dos candidatos para facilitar a votação. O celular, entretanto, deve ser deixado com o mesário antes de o eleitor entrar na cabine.
Ministro votou em Cuiabá
Gilmar Mendes viajou de Brasília para Cuiabá, capital de Mato Grosso, para participar da votação neste domingo.
O episódio ocorreu no mesmo dia em que o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) também foi apontado como tendo utilizado o celular dentro da cabine de votação. O caso envolvendo Zema foi encaminhado para apuração pela Justiça Eleitoral de Minas Gerais.
No caso de Gilmar Mendes, a assessoria do ministro afirma que não houve uso do aparelho celular dentro da cabine e que o objeto levado à urna era a carteira funcional com a anotação eleitoral permitida.









