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Tarcísio Jardim critica PL e diz que não há direita “puro-sangue” na Paraíba

O deputado estadual Tarcísio Jardim assumiu mandato nesta terça-feira na Assembleia Legislativa da Paraíba, após licença de João Paulo Segundo, e afirmou, em entrevista, que não há uma direita “puro-sangue” na Paraíba. O parlamentar também criticou o PL e declarou apoio ao governador Lucas Ribeiro.

Críticas ao PL e posicionamento político

Durante a entrevista, Tarcísio Jardim afirmou que não se identifica com práticas internas do PL e criticou o que classificou como “canibalismo político”.

Segundo ele, ser de direita não está necessariamente ligado à filiação partidária, mas à postura adotada na vida pública.

“Ser de direita, não é estar numa sigla partidária, é se comportar como tal. Eu não gosto desse canibalismo político, onde um precisa desidratar o outro para colher benefícios”, afirmou.

Apoio a Lucas Ribeiro

O deputado confirmou apoio político a Lucas Ribeiro e destacou a relação pessoal com o gestor.

“Eu apoio o governador Lucas porque conheço quem ele é, conheço antes da política. Quando você vota, não vota só no partido, vota também na pessoa”, declarou.

Debate sobre a direita na Paraíba

Ao comentar o cenário político estadual, o parlamentar afirmou que não há, atualmente, uma candidatura de direita considerada “puro-sangue” no estado.

“Se você for olhar, candidatura de direita mesmo, puro-sangue, a gente não tem na Paraíba”, disse.

Ele também citou o senador Efraim Filho ao abordar mudanças de posicionamento político ao longo do tempo.

Divergências ideológicas e posicionamento pessoal

Tarcísio Jardim afirmou que mantém posição contrária ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e disse que não vota nem pede votos para o chefe do Executivo federal.

Segundo ele, a posição não interfere no apoio ao governador Lucas Ribeiro, que classificou como uma escolha baseada em critérios pessoais e políticos distintos.

Atuação parlamentar

O deputado também defendeu uma atuação voltada à articulação institucional e resolução de problemas.

De acordo com ele, o mandato deve ser utilizado para abrir caminhos e buscar soluções, evitando conflitos políticos como estratégia principal.

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